Silva Soul

Não é preciso curtir cultura black para conhecer a banda Silva Soul. Se você não conhece, está perdendo a oportunidade de ouvir soul music mineira de qualidade! A banda tem 5 integrantes e um repertório dançante, com músicas autorais que têm influência da cultura negra americana e do samba.

A banda de Juiz de Fora já conquistou crítica e público local e também já dividiu palco com grandes nomes da cultura balck como Berimbrow, Gerson King Combo e dos cariocas do Super Groove. Não tem como ficar indiferente ao som. Aqui na Praça Cívica o público curtiu e os menos tímidos se mexeram no embalo pulsante do som.

Desde 2007 eles comandam o projeto “Baile do Silva”, uma festa com repertório totalmente soul, que conta com participação de dj’s e performances de dançarinos de black que coloca todo mundo pra dançar em sincronia! Este ano eles conseguiram o incentivo da Lei de incentivo à cultura Murilo Mendes da cidade de Juiz de Fora.

Foto Godoy

Quando perguntados sobre a cena musical local, eles disseram que atualmente melhorou, que as bandas estão buscando mais espaço. Completaram dizendo que a Silva Soul tem uma recepção legal do público de JF mas que não divulgam tanto as próprias músicas e que a frequência em casas noturnas tem sido uma vez ao mês.

A banda que tocou em 2 festivais de músicas, do total de 12 que compõem o Circuito Mineiro de Festivais – no Transborda em BH e no Alambique em Barbacena – disse que tocar na cidade de origem é complementar, pois aqui na festival Sem Paredes só tocaram o repertório autoral. Melhor pra gente que pode ouvir boa música soul com sotaque bem mineiro! O show na Praça Cívica foi 10!

Texto de  Emelini Fortes. Conteúdo produzido pela Cobertura Colaborativa organizada pela oficina de Midialivrismo do Festival Sem Paredes

Um dia na UF!

Por Léo

Hoje o dia foi bem intenso. A galera do DCE e do Festival Sem Paredes se uniram e promoveram ações que não vão ser esquecidas por muito tempo.

O dia começou com uma intervenção perto do R.U., entre a Engenharia e a Arquitetura, com rimas, hip hop e muita dança street. O pessoal do Labrasa Flow mandou ver com seu ritmo leve, mas bem marcado e, além de algumas músicas, fizeram base pro Old, Nescau e Corasa mandarem ver no verso livre.

 O street dance ficou por conta da galera do Remiwl Street Crew, que ocupou os olhos da galera com os movimentos intensos!

Além deles, o que também ocupou os olhos do pessoal foi o grafite que fizeram durante a apresentação que ficou por conta de Igor, Michel e Marcelo.

Já a tarde rolou na UF uma oficina de Rugby! A galera explicou um bocado sobre o esporte britânico e não demorou muito pra começar a praticar.

Dentro dos comentários iniciais sobre esse esporte inglês que há algum tempo está por aí, o pessoal mostrou as diferenças entre ele e o futebol americano como o fato de o passe ser exclusivamente lateral ou para trás.

O pessoal que estava aí teve a oportunidade de se jogar e fazer acontecer:

É assim mesmo com o Festival, você chega achando que vai só conhecer um pouco e acaba que no fim já não tem mais limites pra participar. A verdade é que no fim a gente é quem fica Sem Paredes e a noite ainda promete mais, muito mais!